terça-feira, 29 de outubro de 2013

tomada de decisões em projetos

Hoje, continuaremos a falar sobre o gerenciamento de riscos e seus aspectos. Creio que todos já conheçam a importância de gerenciar os riscos de um projeto, e em sua gerência, muitas decisões deverão ser tomadas, e nem sempre estas são fáceis.A tomada de decisão necessita de uma matéria prima chamada “informação”, e é através destas que teremos subsídios para tomar as decisões de como trataremos ou reagiremos aos riscos e incertezas do projeto.Uma análise para tomada de decisão normalmente requer alguns processos:Capturar os julgamentos sobre os riscos e incertezas através de uma distribuição de probabilidade;Ter uma única medição de valores (análise quantitativa) ou qualidade (análise qualitativa) do resultado;Reunir todos os riscos com os seus cálculos dos valores esperados.Análise de decisão é a disciplina que ajuda na escolha de uma das opções existentes sob condições de incertezas, e probabilidade, é a linguagem destas incertezas.Acredito que não há dúvidas sobre a relação entre a análise de riscos e tomada de decisão. Após a identificação de um risco, podemos encontrar vários caminhos que poderemos trilhar, para responder de forma satisfatória aos impactos do risco. Mas aí, sempre nos deparamos com uma única pergunta. Qual o melhor caminho?Em resposta a esta pergunta, fica claro onde a Tomada de Decisão se encaixa na análise de risco ou qualquer outra área da organização, ou de nossas vidas, que necessitem de uma escolha, de uma seleção de uma única opção dentre outras expostas à situação.É interessante que em nossas vidas, tomar decisão é uma coisa rotineira. Todos nós em alguns momentos necessitamos avaliar e decidir o que é melhor para nós, só que praticamos bastante, de forma simples, a decisão empírica, através de nossas experiências e sentimentos. Só que em projetos nem sempre podemos confiar seu resultado apenas em sentimentos ou experiências das pessoas envolvidas, e para isso usam-se algumas ferramentas que podem auxiliar neste processo decisório. Por exemplo, podemos ter como exemplo uma árvore de decisão, onde são expressas todas as possíveis situações e verificado seus impactos.Assim como na vida, em projetos, qualquer decisão deverá partir de parâmetros que possam embasar o processo decisório, e a utilização de ferramentas que ajudam na análise e interpretação desses parâmetros, garantem um aumento da probabilidade de sucesso deste projeto.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

pmi rmp


06/03/2012 | 7 Comments

PMI-RMP Risk Management Professional (#01/02)

inShare1Dando continuidade à série de posts do blog Gerente de Projeto sobre as certificações em Gerenciamento de Projetos do PMI (Project Management Institute), falarei sobre a credencial PMI-RMP Risk Management Professional e compartilharei algumas dicas para quem pretende obter esta certificação.O que é a Credencial PMI-RMP (Risk Management Professional)?A credencial do PMI-RMP (Project Management Institute – Risk Management Professional) foi lançada em 2008 e reconhece indivíduos que têm expertise na área especializada de gerenciamento de riscos do projeto. Os profissionais certificados são capazes de identificar e avaliar os riscos de um projeto, e estão aptos a mitigar ameaças e potencializar oportunidades, assim como comunicar os riscos para as partes interessadas, aumentando a probabilidade de sucesso do projeto.Os númerosDe acordo com as últimas estatísticas relatadas na publicação PMI Today (Jan 2012), até 30 de novembro de 2011 havia 1.119 profissionais certificados em PMI-RMP. Em uma consulta ao site do PMI realizada em meados de fevereiro de 2012 foram identificados 69 profissionais com esta credencial no Brasil.O processoTodo o processo de obtenção da credencial PMI-RMP pode ser encontrado no PMI Risk Management Professional (PMI-RMP) Credential Handbook.De forma resumida, os passos são os seguintes:1. o candidato deve preencher e submeter o formulário on-line de “aplicação” referente à credencial PMI-RMP no site do PMI em https://certification.pmi.org, informando seus dados pessoais e fornecendo detalhes sobre sua experiência profissional;a. O formulário deve ser enviado em até 90 dias a partir do início do preenchimento;2. o PMI revisa os dados enviados em até 5 dias e notifica o candidato;3. o candidato realiza o pagamento – preferencialmente em cartão de crédito internacional;4. caso a inscrição seja selecionada pelo processo de auditoria, o candidato deve enviar pelo correio os documentos solicitados em até 90 dias;a. o PMI avalia o material enviado num prazo de 5 a 7 dias;5. início do período de elegibilidade – período de 1 ano após a aprovação da “aplicação”;6. o candidato agenda o exame da credencial no site da Prometric;7. o candidato tem 3 chances para prestar o exame dentro do período de elegibilidade;8. o candidato aprovado no exame obtém a credencial PMI-RMP!Os pré-requisitosPara realizar o exame de obtenção da credencial PMI-RMP, o candidato deve possuir os seguintes pré-requisitos:Nível superior3.000 horas de experiência na área específica de gerenciamento de riscos realizadas nos últimos cinco anos e30 horas de educação formal na área de gerenciamento de riscos.Nívelmédio4.500 horas de experiência na área específica de gerenciamento de riscos realizadas nos últimos cinco anos e40 horas de educação formal na área de gerenciamento de riscos.;As taxasA inscrição para o processo de certificação custa US$ 520 para membros do PMI e US$ 670 para os não-membros. A renovação da credencial (veja mais adiante os tópicos sobre a manutenção e renovação) custa US$ 60 para membros do PMI e US$ 150 para os não-membros.O exameA prova é constituída por 170 questões de do tipo múltipla-escolha, das quais 20 não pontuam, são de “pré-teste/homologação” (mesmo modelo utilizado na certificação PMP).O candidato tem 3,5 horas para realizar o exame que é composto pelas seguintes áreas de domínio:· Comunicação de Riscos (27%);· Análise de Riscos (30%);· Planejamento de Respostas ao Risco (26%) e· Governança de Riscos (17%).A prova está disponível somente no idioma Inglês.O ciclo da manutenção da credencialO ciclo de manutenção da credencial é de 3 anos.Renovação da credencialAté o término do ciclo da manutenção da credencial, o candidato precisa declarar, e comprovar em casos de auditoria, 30 PDUs (Professional Development Units) para renovação do ciclo por mais 3 anos.Os PDUs podem ser declarados no site do PMI através do on line CCR System(Continuing Certification Requirements). Os PDUs podem ser obtidos por meio das seguintes formas:Categorias Educacionaiso cursos oferecidos por entidades reconhecidas pelo PMI;educação continuada formal;auto-estudo;OutrasCategoriasgerando novos conhecimentos (publicação de livros, artigos, realizando palestras, desenvolvendo/ministrando cursos etc.);participação em eventos;trabalho voluntário etrabalho profissional.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

gestão e liderança uma questão de como se conduz

O verdadeiro líder deve sempre encorajar sua equipe, mostrar os pontos positivos e negativos para chegar ao sucesso deve ser sempre com um general de guerra e estar sempre à frente de seu pelotão, nunca se omitir nos momentos de problemas ou dificuldade. Assim seu pelotão terá sempre uma referencia de coragem para lutar e buscar algo mais que havia em algum momento se perdido, esse algo pode estar relacionado a motivação, criatividade dentre outros, mais com um referencial de empenho e coragem e segurança demonstrado pelo líder o torna imbatível frente aos problemas e dificuldade no mundo do trabalho. O líder e verdadeiro gestor nem sempre é quem ocupa o nível hierárquico mas alto, mas sim aquele que transmite segurança a equipe, demonstra que mesmo sem pleno conhecimento geral esta preparado para o que der e vier, e estará sempre junto nos momento de sucesso ou fracasso de seu pelotão, muitas das vezes o líder nunca exerceu cargos de chefia mas mesmo assim tem um poder de persuasão ou confiança da equipe maior que o chefe, o verdadeiro chefe é quem lidera a equipe e não quem tem cargo ocupado como. A gestão de equipe pode se ver na seguinte frase: “Trabalho de gestão é poder ver a companhia não como ela é, mas como ela pode se tornar”. – John W. Teets Convencer a equipe disso será o primeiro passo para o sucesso da companhia, pois se todos os colaboradores tiverem dentro de si, que podem juntos tornar aquela empresa a melhor e mais competitivo dentre outros adjetivos de melhoria, eles podem fazer acontecer, pois o que faz a empresa no mundo competitivo e o capital humano existente nela. Por este motivo muitas empresas não conhecem mais o terno departamento pessoal e também abandonaram o termo Setor de Recursos Humanos e assim adotaram o nome do setor responsável pelas pessoas de Capital Humano, e estas empresas vem conquistado um grande espaço no mercado, pois ela acredita nas pessoas. Um verdadeiro líder deve sempre saber lidar com pessoas ouvir suas sugestões de melhoria, e trabalhar em equipe demonstrando confiança em todos, para que eles confiem em si, e no líder que os comanda, o líder deve se aproveitar das ferramentas e oportunidade que vê disponível e nunca reclamar destas, deve saber aproveita-las juntamente com a equipe e para a equipe e transforma-las em suas ferramentas de sucesso, um verdadeiro gestor deve ter em mente “Um verdadeiro Líder não desiste nunca”. “Quando lemos a biografia de qualquer pessoa bem-sucedida, sempre encontramos a perseverança como ponto em comum. Uns são ousados, outros muito talentosos, alguns possuem uma capacidade intelectual fantástica e tantos outros tem espírito inovador. Mas todos são perseverantes. Esses vencedores simplesmente não desistem do que querem, apesar das grandes dificuldades enfrentadas durante o percurso. Eles não se deixam derrotar pelo abatimento que os obstáculos querem impor, não se entregam ao pessimismo ou desistem de alimentar a esperança que tinham no começo da jornada”. - Elisângela Machado De Freitas. Nada mais triste para uma equipe do que ter um líder que somente reclama, reclama e não discute com a equipe soluções ou pensa em pontos de melhoria, os lideres que somente reclamam estão sem perceber desmotivando sua equipe e conseqüentemente destruindo a empresa um líder deve motivar e ver nos problemas uma oportunidade de sucesso, deve utilizar frente aos problemas o jargão popular “Pior seria se pior fosse” com isso buscar com a equipe solução para aquele pequeno problema antes que ele se torne maior pois se não tiver coragem de enfrenta-lo as conseqüências podem não mais ter solução. Ninguém faz nada sozinho então seja um líder ou gestor bem sucedido e confie em sua equipe, motive sempre, ousa-os mesmo que não possa aproveitar muita coisa, mas de oportunidade dele expressar suas idéias ele se sentira notado e ouvido isso pode ate mesmo ser a solução de um problema que você não consegue enxergar a saída, trate-os bem, pois eles serão o segredo do seu sucesso.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

metodologia IPA FEL


desenvolvimento completo de um projeto industrial é um processo que envolve milhões de dólares. Requer, portanto cuidados para evitar que um projeto siga em frente sem a certeza de que atingirá seus objetivos, principalmente no que tange à rentabilidade. A metodologia FEL é largamente utilizada para assegurar a correta continuidade do processo.

A metodologia dos Portões

Para garantir este propósito, a maioria das organizações utiliza o processo de portões, ou seja, são estabelecidas fases consecutivas para um projeto, o qual só poderá passar para a fase seguinte se for aprovado no chamado Portão entre as fases, em que são avaliadas, por um comitê, os entregáveis (deliverables) da fase anterior. Em cada portão, há basicamente três possíveis decisões:Passar para a Fase seguinteAbortar o projetoReavaliar o projetoDiversas empresas de consultoria e gerenciamento de projetos tem sua própria metodologia de portões, que diferem ligeiramente entre si.Uma das mais comuns é a metodologia FEL (Front End Loading), desenvolvida pelo IPA (Independent Project Analysis – http://www.ipaglobal.com/), empresa de consultoria em projetos fundada em1987. A vantagem do IPA é o seu enorme banco de dados de projetos e megaprojetos em todo o mundo, permitindo avaliações e análises comparativas, fundamentando sua metodologia.As informações fornecidas pelo IPA são confidenciais, cada participante de seus cursos e congressos tem que assinar um termo de confidencialidade. As informações aqui colocadas são de cunho geral e não-confidenciais, obtidas através do link acima.Os custos de implementação de um empreendimento são crescentes ao longo de seu ciclo de vida, portanto, se for necessário redirecionar o projeto, o ideal é fazê-lo o quanto antes.Custo das mudanças ao longo das fases do projetoO termo FEL por vezes gera dúvidas em sua tradução, porque usualmente traduzimos “end” como “fim”, e desta forma a expressão fica sem sentido, algo como “Carregamento pela Frente do FIM”… porém, a palavra “end” também significa “extremidade”, portanto a tradução seria algo como “Carregamento pela extremidade inicial”, o que na realidade significa apenas… fazer as coisas na sequência correta.

FEL 1

Durante a primeira fase, denominada FEL 1, é identificada a Oportunidade de Negócio, para o qual é realizada uma estimativa de custos, denominada Ordem de Grandeza do Orçamento, correspondente às classes 5/4 da AACEI (Association for the Advancement of Cost Engineering International), com margem de erro tipicamente entre -30% a +50%.Em FEL 1,  busca-se uma proposta de projeto, com diferentes alternativas de esquemas de processo. A partir do dimensionamento dos principais equipamentos, da estimativa de necessidade de utilidades (balanço de energia), do lay-out preliminar e da capacidade especificada (balanço de massa), o custo dos equipamentos é estimado através de bancos de dados (interno ou externo), aplica-se fatores de utilização de mão de obra direta e materiais, estima-se o custo administrativo, e tem se a Ordem de Grandeza do Orçamento.A partir destes dados, é feita uma EVTE (Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica) preliminar, que constitui um dos principais insumos para que as instâncias superiores (presidente, diretoria executiva, etc.) possam tomar uma das decisões do portão 1: Prosseguir, Abortar o Projeto, ou Reavaliar o Projeto, como ilustrado a seguir:Metodologia FELEsta análise assegura que apenas 25% dos projetos sejam aprovados em FEL1, e os 75% dos projetos que foram abortados ou serão reavaliados terão consumido apenas 1% do TIC (Total Installation Cost).

FEL 2

Uma vez aprovados em FEL 1, os projetos entram na Fase de Projeto Conceitual, na qual já é definido o projeto de processo, permitindo um melhor detalhamento do Orçamento, denominado Orçamento Preliminar, que corresponde a Classe 3 da AACEI, com margem de erro de -15% a +30%. Nesta fase já podem ser feitas cotações dos principais equipamentos, e a estimativa de custos da mão de obra direta já não será baseada em fatores, será estimada com base na utilização ao longo do cronograma preliminar. Nesta fase já podem ser aprovadas as compras de equipamentos com prazo de entrega crítico, os chamados Long Lead Equipment. Na realidade, atualmente na Petrobras, face ao elevado volume de investimentos, à disciplina de capital e a prioridade dada à área de Exploração & Produção, esta antecipação só poderá ser feita para equipamentos destinados à Produção (excluindo-se portanto os equipamentos destinados ao Refino).É rodada uma nova EVTE, a qual juntamente com outros documentos de projeto, os quais comporão o Plano de Execução do Projeto, será insumo para ser avaliado no próximo Portão, onde o Projeto mais uma vez é sujeito a: Prosseguir, Abortar ou Reavaliar.Desta forma, apenas 50% dos projetos remanescentes da Fase FEL 1 serão aprovados em FEL2.  Aqueles submetidos à reavaliação ou abortados terão consumido apenas 3% do TIC.

FEL 3

Durante a Fase FEL 3, será desenvolvido o Projeto Básico, com o qual teremos a planta de arranjo (lay-out) aprovada, as dimensões definitivas dos equipamentos, e os diagramas de fluxo (fluxogramas de processo e fluxogramas de tubulação e instrumentação, conhecidos como P&Is). Desta forma, poderemos obter cotações firmes dos equipamentos e principais materiais, melhores estimativas do consumo de mão de obra direta e demais custos, permitindo a elaboração do chamado Orçamento Detalhado, correspondente à Classe 2 da AACEI, com margem de erro de -5% a +15%.Com o Orçamento Detalhado, é possível mais uma vez rodar a EVTE, a qual, se evidenciar que o projeto é rentável segundo os parâmetros da Empresa, será, juntamente com o Plano de Execução do Projeto, um dos insumos a serem avaliados pelo terceiro e último portão, antes do início da Execução Física dos serviços.Neste portão, APENAS 2% dos projetos apresentados serão abortados ou reavaliados, e o custo destes projetos estará na faixa de 8% do TIC.Evolução dos projetos ao longo dos portões FELPortanto, é evidente que a criteriosa utilização da metodologia dos portões permite que apenas os projetos factíveis e viáveis sigam seu curso, evitando gastos desnecessários em projetos que mais tarde poderiam se revelar sem adequado retorno financeiro. A utilização desta metodologia é fundamental para garantir um dos pilares do crescimento da Petrobras, que é a Disciplina de Capital.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Prince2

PRojects IN Controlled Environments (PRINCE) é um método não-proprietário verdadeiramente genérico, a ponto de poder ser aplicado a qualquer projeto, independentemente de seu porte, tipo, organização, região geográfica ou cultura.Isso é possível porque o PRINCE2 isola o gerenciamento do projeto (ex.: aspectos ligados ao escopo, tempo, custo, qualidade, riscos, benefícios, tolerâncias, etc.) das contribuições especializadas (o esforço para realizar o produto, ex: design, construção, etc.). Assim, os métodos de produção dos aspectos especializados são facilmente integrados com o método PRINCE2, formando umframework completo para o projeto.Como o PRINCE2 é genérico e baseia-se em princípios comprovados, as organizações que adotam o método como padrão podem melhorar substancialmente sua capacidade organizacional e maturidade em diversas áreas de atividade. Tem flexibilidade bastante interessante que permite a ligação com outras abordagens de condução de projetos como o SCRUM para projetos Ágeis.PRINCE2 é uma marca registrada da AXELOS Limited.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

fluxo de caixa

Em Finanças, o fluxo de caixa (designado em inglês por "cash flow"), refere-se ao montante de caixarecebido e gasto por uma empresa durante um período de tempo definido, algumas vezes ligado a um projeto específico.Existem dois tipos de fluxos: - outflow, de saída, que representa as saídas de capital, subjacentes às despesas de investimento. - inflow, de entrada, que é o resultado do investimento. Valor que contrabalança com as saídas e traduz-se num aumento de vendas ou representa uma redução de custo de produção, etc.Calcula o valor acumulado entre as receitas previstas e as despesas durante determinado período:Escolher um período de tempo para o estudoReunir os valores totais das receitas obtidas para cada período, do total de períodos em estudoReunir o total de custos para o projecto, nos períodos correspondentes aos estudados no 2º passoEfectuar a soma dos valores positivos do 2º passo com os valores negativos do 3º passoTomar a soma de acumulados dos valores obtidos no 4º passoPeríodo de estudo: período de tempo a que reporta o levantamento de todos os “outflows” e “inflows” relacionados com o projeto.Apesar de em Portugal, apenas a partir de 1 de Janeiro de 2003 ser necessária a apresentação da Demonstração dos Fluxos de Caixa, alteração introduzida através da Directriz Contabilística nº 14, este é um dos indicadores mais usados por analistas financeiros, como medida de desempenho da empresa.O fluxo de caixa permite a análise da geração dos meios financeiros e da sua utilização, num determinado período de tempo.Na Contabilidade, uma projeção de fluxo de caixademonstra todos os pagamentos e recebimentosesperados em um determinado período de tempo. O controlador de fluxo de caixa necessita de uma visão geral sobre todas as funções da empresa, como: pagamentos, recebimentos, compras de matéria-prima, compras de materiais secundários, salários e outros, por que é necessário prever o que se poderá gastar no futuro dependendo do que se consome hoje.Um exemplo: se uma pessoa recebe $ 5.000,00 mensais (ou $ 60.000,00 anuais), e gasta algo equivalente a isso com as despesas correntes, seu fluxo de caixa é de igual valor. Com esse fluxo de caixa ele poderá se planejar para o futuro de curto prazo, ele também estaria impedido de tomar empréstimos vultosos, comprar bens de alto valor ou empreender projetos acima de $ 100.000,00, por exemplo. Para uma entidade jurídica, essa medida de fluxo de caixa é idêntica. Portanto, o fluxo de caixa "mede" o valor do negócio em que a empresa vem operando.Não adianta a entidade ser gigantesca ou pequena demais, o valor desse empreendimento estará no seu fluxo de caixa, ou melhor, se ambas tiverem um FC de, digamos, 1 milhão, ambas terão o mesmo valor de mercado, pelas trocas de ativos que eles realizam com o mercado serem idênticas.Apesar do nome, as contas-correntes da empresa tem o mesmo comportamento do seu caixa e seu movimento faz parte desse fluxo de caixa. O que não pode ser considerado é a transação de depósito ou saque bancários, ou melhor, as transações entre Caixa e Contas-Correntes não são computadas.O fluxo de caixa é uma ótima ferramenta para auxiliar o administrador de determinada empresa nas tomadas de decisões. É atraves deste "mapa" que os custos fixos e variáveis ficam evidentes, permitindo-se desta forma um controle efetivo sobre determinadas questões empresariais.Existem várias medidas com capacidade para caracterizar a rentabilidade de um projecto de investimento: os resultados do exercício(do projecto) são à primeira vista a medida de rendibilidade por excelência da actividade do projecto. Acontece que os resultados do exercício(o lucro) é uma medida que depende de vários procedimentos nomeadamente do registo contabilístico adoptado(como o método de valorização das existências, das amortizações e reintegrações, etc), de tal forma que existem, em geral para a mesma empresa e para o mesmo exercício, duas medidas distintas do lucro, uma para a administração fiscal e outra para os accionistas.As diferentes medidas dos resultados do exercício(lucro)provocariam , acaso se utilizasse o lucro como medida de rentabilidade do projecto, que estes procedimentos poderiam levar a considerar um bom projecto num mau projecto.Para evitar a dependência da medida de rendibilidade do projecto do procedimento contabilístico, utiliza-se como medida de rendibilidade do projecto o cash-flow.O conceito de cash-flow designa os fluxos líquidos gerados pelo projecto que assumem a forma de numerário.A vantagem do cash-flow relativamente ao lucro é que o cash-flow é um conceito objectivo, bem definido, que é registável de forma inequívoca.Os recebimentos e os pagamentos efectivos em numerário são os registos relevantes para a medição do cash-flow.Na definição do cash-flow é importante identificar os recebimentos e pagamentos do projecto em numerário, bem como o período de tempo em que esse fluxo é gerado, dado que o dinheiro tem valor no tempo.Este conceito é desagregável no projecto de investimento em:Cash-flow de investimentoCash-flow de exploraçãoO cash-flow de investimento obtém-se a partir do plano global de investimento, e o de exploração a partir do plano de exploração previsional.Estes conceitos são distintos e medem coisas distintas se pretendermos medir a rendabilidade devemos usar o conceito de cash-flow; se pretendemos medir a solvabilidade devemos utilizar o conceito de fluxo de tesouraria.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Análise quantitativa de risco

Os Riscos de projeto são um conjunto de eventos que podem ocorrer sob a forma de ameaças ou de oportunidades que, caso se concretizem, influenciam o objectivo do projeto, negativamente ou positivamente.A noção de risco é diversa, e muda consoante o enquadramento que deu origem à metodologia de gestão de risco em causa. Na metodologia Risk Mangement Guide for DOD Acquisition (2002), o risco é definido como sendo “… a atenção dirigida à ocorrência de eventos futuros, cujo exacto resultado é desconhecido, e com a forma de lidar com essa incerteza, i.e., a amplitude de possíveis resultados. Inclui o planeamento, identificação e análise de áreas de risco e o desenvolvimento de opções para lidar e controlar o risco.”. Porém outro tipo de definições, igualmente abrangentes, podemos encontrar em manuais publicados pela US Project Management Institute (PMI) e pela UK Association for Project Management (APM), embora muito semelhantes entre si:Risco – evento ou condição incerta que, se ocorrer, terá um efeito positivo ou negativo sobre pelo menos um objectivo do projecto, como tempo, custo, âmbito ou qualidade – PMI, PMBOK Guide 2004, pag. 238;Risco – determinado evento ou conjunto de circunstâncias que, ao ocorrerem, terão efeito sobre a concretização dos objectivos do projecto – APM(1997, pág.16);O RAMP Guide, 2nd. Edition, define o risco como sendo, num sentido lato, o impacto potencial de todas as ameaças e oportunidades que possam afectar a concretização dos objectivos de um investimento.A FERMA – Federation of European Risk Management Associations, adopta a definição de risco conforme estabelecido na ISO/IEC Guide 73, ou seja, é a combinação da probabilidade de um acontecimento e das suas consequências.A necessidade de gerenciar riscos decorre, principalmente, da consciência de existência de factores, internos ou externos ao projecto, cujo desencadeamento, ao longo do seu ciclo de vida, podem fazer alterar o objectivo do mesmo. A identificação desses factores e/ou das suas causas, constitui uma das etapas fundamentais, de qualquer metodologia de gestão dos riscos. O tipo de risco, a sua probabilidade de ocorrência, ou o seu impacto sobre o projecto, variam ao longo do ciclo de vida do mesmo, sendo por isso necessário proceder-se à identificação dos riscos, em todas as suas fases.Estes dois conceitos (oportunidade e ameaça) estão, invariavelmente, presentes em quase todas as definições de risco que são utilizadas pelas diversas metodologias de gestão do risco e da própriaFERMA – Federation of European Risk Management Associations. Não se deve relevar as oportunidades em detrimento das ameaças, ou vice-versa, as preocupações relacionadas com ambas não se devem mutuamente excluir. Este aspecto é referido em Project Risk Management, Processes, techniques and insights, 2nd. Edition – Chris Chapman and Stephen Ward, sublinhando, mesmo, que “Oportunidades e ameaças podem, por vezes, serem consideradas separadamente, mas raramente são independentes, tal como duas faces da mesma moeda só podem ser analisadas uma de cada vez, mas não são independentes quando lançamos a moeda.”. Há uma certa tendência em considerar o risco em termos negativos, quanto às suas consequências. É um facto que a ocorrência de riscos, não considerados, podem ter efeitos negativos no projecto. Mas não devemos esquecer que, também, se podem traduzir em potenciais oportunidades. Esta é a parte da equação que, geralmente, é ignorada. O pode ser percepcionado como uma ameaça, para determinada pessoa pode, a mesma circunstância pode ser encarada como uma oportunidade para outra pessoa. Depende em que nível do contrato nos posicionamos (Cliente, Fornecedor…), e da aversão ao risco que cada um tem, de acordo com as suas experiências.Existem diversas metodologias, de gestão dos riscos, sendo a FERMA - Federation of European Risk Management Associations, uma norma que surgiu por necessidade de uniformização dos conceitos, processos e metodologias, associadas à gestão dos riscos. Algumas das principais metodologias, são:PMBOK do Project Management Institute (PMI)RISMAN - Risk ManagementSHAMPU - Shape, Harness and Manage Project UncertaintyRAMP Guide - Risk Analysis an Management for ProjectsPRAM Guide - Project Risk Analysis and ManagementDe uma forma genérica, as metodologias prevêm os processos, que se descrevem de seguida.

domingo, 6 de outubro de 2013

metodologia

 Metodologia é o estudo dos métodos. Ou então as etapas a seguir num determinado processo.Tem como objetivo captar e analisar as características dos vários métodos indispensáveis, avaliar suas capacidades, potencialidades, limitações ou distorções e criticar os pressupostos ou as implicações de sua utilização.Além de ser uma disciplina que estuda os métodos, a metodologia é também considerada uma forma de conduzir a pesquisa ou um conjunto de regras para ensino de ciência e arte.A Metodologia é a explicação minuciosa, detalhada, rigorosa e exata de toda ação desenvolvida no método (caminho) do trabalho de pesquisa. É a explicação do tipo de pesquisa, dos instrumentos utilizados (questionário, entrevista etc), do tempo previsto, da equipe de pesquisadores e da divisão do trabalho, das formas de tabulação e tratamento dos dados, enfim, de tudo aquilo que se utilizou no trabalho de pesquisa.Em Gestão de Projetos, existe a metodologia geral e a metodologia detalhada.A metodologia pode ser dividida em vários métodos até chegar num determinado objetivo.

metodologia

 Metodologia é o estudo dos métodos. Ou então as etapas a seguir num determinado processo.Tem como objetivo captar e analisar as características dos vários métodos indispensáveis, avaliar suas capacidades, potencialidades, limitações ou distorções e criticar os pressupostos ou as implicações de sua utilização.Além de ser uma disciplina que estuda os métodos, a metodologia é também considerada uma forma de conduzir a pesquisa ou um conjunto de regras para ensino de ciência e arte.A Metodologia é a explicação minuciosa, detalhada, rigorosa e exata de toda ação desenvolvida no método (caminho) do trabalho de pesquisa. É a explicação do tipo de pesquisa, dos instrumentos utilizados (questionário, entrevista etc), do tempo previsto, da equipe de pesquisadores e da divisão do trabalho, das formas de tabulação e tratamento dos dados, enfim, de tudo aquilo que se utilizou no trabalho de pesquisa.Em Gestão de Projetos, existe a metodologia geral e a metodologia detalhada.A metodologia pode ser dividida em vários métodos até chegar num determinado objetivo.

sábado, 5 de outubro de 2013

inteligência emocional

Goleman definiu inteligência emocional como:"...capacidade de identificar os nossos próprios sentimentos e os dos outros, de nos motivarmos e de gerir bem as emoções dentro de nós e nos nossos relacionamentos." (Goleman, 1998)Para ele, a inteligência emocional é a maior responsável pelo sucesso ou insucesso dos indivíduos. Como exemplo, recorda que a maioria das situações de trabalho é envolvida por relacionamentos entre as pessoas e, desse modo, pessoas com qualidades de relacionamento humano, como afabilidade, compreensão e gentileza têm mais chances de obter o sucesso.Segundo ele, a inteligência emocional pode ser categorizada em cinco habilidades:Auto-Conhecimento Emocional - reconhecer as próprias emoções e sentimentos quando ocorrem;Controle Emocional - lidar com os próprios sentimentos, adequando-os a cada situação vivida;Auto-Motivação - dirigir as emoções a serviço de um objetivo ou realização pessoal;Reconhecimento de emoções em outras pessoas - reconhecer emoções no outro e empatia de sentimentos; eHabilidade em relacionamentos inter-pessoais - interação com outros indivíduos utilizando competências sociais.As três primeiras são habilidades intra-pessoais e as duas últimas, inter-pessoais. Tanto quanto as primeiras são essenciais ao auto-conhecimento, estas últimas são importantes em:Organização de Grupos - habilidade essencial da liderança, que envolve iniciativa e coordenação de esforços de um grupo, bem como a habilidade de obter do grupo o reconhecimento da liderança e uma cooperação espontânea.Negociação de Soluções - característica do mediador, prevenindo e resolvendo conflitos.Empatia - é a capacidade de, ao identificar e compreender os desejos e sentimentos dos indivíduos, reagir adequadamente de forma a canalizá-los ao interesse comum.Sensibilidade Social - é a capacidade de detectar e identificar sentimentos e motivos das pessoas.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Rapport

RAPPORT – O Ingrediente Mágico "Rapport é a capacidade de entrar no mundo de alguém, fazê-lo sentir que você o entende e que vocês têm um forte laço em comum. É a capacidade de ir totalmente do seu mapa do mundo para o mapa do mundo dele. É a essência da comunicação bem-sucedida." Anthony Robbins "Nunca ninguém me escutou como você." Assim falou uma jovem senhora – viciada em drogas, desempregada e ameaçada de ser despejada da sua casa. Será que nós temos um talento mágico que nos permite obter, repetidamente, respostas como essa dos nossos clientes? Não, nós simplesmente construímos um nível de rapport tão profundo que as pessoas sentem-se verdadeiramente ouvidas e experimentam uma sensação de segurança. Nós descobrimos que isso é um pré-requisito para a comunicação efetiva, quer em aconselhamento, nas nossas vidas pessoais, na vida profissional... em qualquer lugar, e com qualquer um. Basta seguir as etapas abaixo, e você também poderá otimizar as suas habilidades de comunicação. Com isso, você será capaz de melhorar a qualidade da sua vida e da vida daqueles à sua volta. PNL Se você já leu artigos sobre o início da PNL, se recordará que a PNL começou com o estudo de excelentes comunicadores. Qual é a diferença que faz a diferença em sentir-se confortável e apreciado por alguém, mesmo se ele discordar do que você disse? Como é que você gosta instantaneamente de algumas pessoas que encontra – enquanto que de outras, você não consegue nem escapar suficientemente rápido? Por que você pode falar com algumas pessoas durante horas e isso parecer apenas minutos? RAPPORT A resposta para todas essas perguntas é o RAPPORT. Um dos alicerces da PNL e o mais importante processo em qualquer comunicação. Quando as pessoas estão se comunicando em rapport, elas acham fácil serem entendidas e acreditam que seus interesses são altamente considerados pela outra pessoa. Rapport significa receptividade ao que a outra está dizendo; não necessariamente que você concorde com o que está sendo dito. E quando você está em rapport, algo mágico acontece. Você e os outros sentem que são escutados e ouvidos. Num nível inconsciente, existe o confortável sentimento de "Essa pessoa pensa como eu, eu posso relaxar". O verdadeiro rapport cria uma atmosfera de confiança mútua. Se você está usando o rapport como uma tática para manipular outra pessoa para a sua maneira de pensar, em algum nível ela sabe disso instintivamente e não irá reagir positivamente. Entretanto, se você se tornou um perito na arte do rapport e a sua intenção é ouvir e ser ouvido, para alcançar soluções ganha-ganha ou para criar amizades genuínas, você irá se tornar um comunicador poderoso e confiável. Muitas vezes, as pessoas estão naturalmente em rapport. Você já percebeu que alguns casais nos restaurantes estão em sintonia um com o outro e que seus corpos se movem juntos como que dançando? Preste atenção nas crianças brincando, observe as interações nas reuniões, note os amigos num pub. Veja e ouça como o efeito de duas pessoas se movendo juntas produz resultados positivos na comunicação delas. Observe também como a qualidade da interação muda para uma falta de comunicação quando a fisiologia delas não combina e elas estão fora de sincronia uma com a outra. ESPELHAR Assim sendo, como nós podemos conscientemente melhorar a nossa própria habilidade de rapport? Podemos começar aprendendo o processo chamado de "espelhamento" – que é utilizado para reproduzir o comportamento da outra pessoa. Comportamentos que você pode espelhar incluem: Postura corporal Gestos da mão Expressões faciais Deslocamento do peso Respiração Movimento dos pés Movimento dos olhos Espelhar é "copiar" fisicamente os comportamentos da outra pessoa de uma maneira sutil. Tente espelhar apenas um aspecto do comportamento da outra pessoa enquanto estiver falando com ela – talvez a postura dela. Quando isso se tornar fácil, inclua outro suavemente, como os gestos da mão dela. Gradualmente acrescente outro e outro até você estar espelhando sem pensar sobre isso. Quanto mais você praticar, mais fácil se torna. Como retribuição, a mesma reação positiva e confortável que você criou para a outra pessoa, será sentida por você mesmo. PRÁTICA, PRÁTICA, PRÁTICA Quanto mais você praticar, mais você se tornará consciente dos diferentes ritmos, gestos, padrões da respiração que você e os outros têm. É fascinante entrar no "mapa do mundo" da outra pessoa espelhando o comportamento dela. Dessa maneira você pode aprender muito mais sobre ela. Tenha certeza de ser sutil no espelhamento quando estabelecer rapport. Se a outra pessoa está fazendo grandes gestos, impetuosos, você pode escolher fazer igual, mas menor, movimentos menos óbvios. O início pode parecer desajeitado. Mas o valor de aprender a conseguir e manter o rapport vale todo o tempo e o esforço que leva para se tornar um especialista nessa área de comunicação. E você pode ser surpreendido ao descobrir que a sua "intuição" ficará mais intensa quando se tornar consciente dos comportamentos e ações que anteriormente não percebia. Espelhar é algo que nós fazemos automaticamente quando estamos em torno das pessoas com as quais nos sentimos confortáveis. Aprender a espelhar de propósito para obter rapport nos capacita a melhorar a nossa comunicação com os demais e a ter o apoio de todos que encontramos que nos ajudam a realizar nossos objetivos e metas. Se você tem a mínima dúvida de que espelhar realmente funciona… experimente. Escolha três pessoas com quem você quer uma melhor comunicação e as espelhe por apenas 10 minutos. Note a diferença que isso faz. "Você não quer clientes... você quer fãs enlouquecidos!!!" Anthony Robbins Um de nossos estudantes na City University tentou melhorar de emprego por alguns anos. Depois de aprender algumas habilidades básicas do rapport como espelhar e combinar, e utilizando isso nas entrevistas, ele finalmente obteve sucesso e acabou numa posição brilhante na City. Ao praticar suas habilidade de rapport nas entrevistas, outro estudante se tornou um apresentador de TV. Anthony Robbins é um mestre nas habilidades de combinar e espelhar do rapport. Essas habilidades se tornaram tão naturais que ele nem mesmo precisa pensar para fazê-las. Elas são automáticas. Os leitores da "Personal Success" também estão tendo vantagens das sugestões e dos exercícios de PNL, aprendendo novas e poderosas habilidades de comunicação, e como resultado, estão mudando para melhor suas vidas. E você? Está pronto para tentar algo novo e fazer estas mudanças agora? ESPELHAR Na primeira parte desse artigo, nós introduzimos o espelhar. Espelhar é "copiar" fisicamente o comportamento de outra pessoa, como se os movimentos dela estivessem se refletindo de volta para ela. Isso é feito com respeito e sutilmente. Num nível inconsciente, a pessoa com quem você se comunica dessa maneira, se sente reconhecida e aprecia o seu interesse por ela. Você está acompanhando a experiência da pessoa, e apesar dela não perceber o seu espelhamento, ainda assim ele terá um efeito profundo. Espelhar feito com integridade e respeito cria sentimentos positivos e reações em você e nos outros. Caso contrário, espelhar se torna arremedo e tem conseqüências negativas. Então, quando você aprender as habilidades de rapport adicionais que se seguem, relembre que o poderoso efeito que você cria precisa ser baseado em valores e princípios nobres. COMBINAR Uma diferença básica entre espelhar e combinar é o timing. Enquanto que espelhar é simultâneo com os movimentos da outra pessoa, combinar pode às vezes ter um fator de "atraso no tempo." Por exemplo, se alguém está gesticulando enquanto fala e estabelece um argumento, você pode ficar quieto enquanto presta atenção. Quando for a sua vez de falar, você pode fazer os seus comentários e a sua posição usando o mesmo gesto ou similar. Existem outros tipos de combinar: EQUIPARAÇÃO CRUZADA é escolher combinar um dos comportamentos a um correspondente, porém de um tipo diferente. Por exemplo, se a pessoa está piscando muito ligeiro, você pode fazer a equiparação cruzada discretamente dando pancadinhas com o seu dedo na mesma velocidade que ela pisca; ou acompanhar o ritmo de alguém falando com pequenas inclinações da sua cabeça ou da sua respiração. DIFERENCIAR também é uma habilidade útil para ser dominada a fundo. Você já teve alguém falando sem parar enquanto conversava com você... e você imaginando se ela iria parar de falar? Você pode quebrar o contato visual, gire o seu corpo em angulo com ela, respirar mais ligeiro ou mais devagar em contraste com a respiração dela... em resumo, faça qualquer coisa para quebrar o rapport por diferenciação. Você ficará surpreso de como a conversa rápida e facilmente chega ao fim. Você irá se descobrir ouvindo e observando as outras pessoas em mais detalhes quando aprender essas habilidades básicas do rapport. Prestar atenção nos outros dessa maneira é um processo de estabelecer confiança, e quanto mais elegantemente você espelhar, combinar e equiparar cruzado, mais seus clientes irão se transformar em "fãs enlouquecidos". PRÁTICA, PRÁTICA, PRÁTICA Quando falar com membros da sua família ou com colegas de trabalho, encontre um comportamento ou movimento específico para se focar e combine ou equipare cruzado. Você pode selecionar um comportamento por dia para praticar até que você possa formar todo o repertório de habilidades de rapport. Você pode: Usar os movimentos da sua mão para acompanhar a respiração da outra pessoa. Mexa seus pés para acompanhar os movimentos da cabeça da outra pessoa. Incline os seus ombros quando a outra pessoa inclinar a sua cabeça. Erga o dedo quando a outra pessoa levantar a sobrancelha. Sinta-se a vontade para criar as suas próprias técnicas de equiparação cruzada! Também lembre-se de praticar o diferenciar, mas tenha certeza de finalizar a interação no estado de rapport. ESPELHAMENTO E COMBINAÇÃO COMPULSIVOS Algumas pessoas acham que elas realmente têm que combinar e espelhar. Uma jovem senhora que combinava e espelhava constantemente estava sentada ao lado de uma colega que estava cansada de ser imitada. A colega deslizou na sua cadeira, e lógico que ela fez o mesmo. Então a colega deslizou ainda mais. Ela fez o mesmo. Finalmente, uma escorregada em demasia e a mulher caiu literalmente no chão! Sua colega, consciente do espelhamento, permaneceu na sua cadeira. RAPPORT Perceba a diferença que essas habilidades de rapport fazem na sua vida. Se o contexto é namorar, ser entrevistado, ou vender, você pode fazer a escolha para melhorar a suas habilidades de comunicação usando a PNL.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

análise do caminho crítico

Na administração, mais especificamente na área degerenciamento de projetos, caminho crítico (doinglês CPM - Critical Path Method) é um termo criado para designar um conjunto de tarefas vinculadas a uma ou mais tarefas que não têm margem de atraso.Matematicamente, uma tarefa é crítica quando otempo mais cedo da tarefa é igual ao tempo mais tarde que a tarefa pode ter sem alterar a data final do projeto. O valor do tempo mais cedo (Time Earlier) e do tempo mais tarde (Time Later) pode ser calculado através do diagrama de Rede AON (Activity on nodes).O caminho crítico é a sequência de atividades que devem ser concluídas nas datas programadas para que o projeto possa ser concluído dentro do prazo final. Se o prazo final for excedido, é porque no mínimo uma das atividades do caminho crítico não foi concluída na data programada. É importante entender a sequência do caminho crítico para saber onde você tem e onde você não tem flexibilidade. Por exemplo, você poderá ter uma série de atividades que foram concluídas com atraso, no entanto, o projeto como um todo ainda será concluído dentro do prazo, porque estas atividades não se encontravam no caminho crítico. Por outro lado, se o seu projeto está atrasado, e você alocar recursos adicionais em atividades que não estão no caminho crítico não fará com que o projeto termine mais cedo.O Método do Caminho Critico (CPM - Critical Path Method) é um dos vários métodos de análise de planeamento de projectos. O CPM está directamente ligado no planejamento do tempo, com o objectivo de minimizar o tempo da duração total do projecto. As actividades ou tarefas críticas definem assim o caminho crítico, ou seja, revela a sequência de tarefas que condicionam a duração total do projecto. Com isto, fornece também informação útil para que com isso se possa elaborar um projecto atendendo aos recursos necessários em função das restrições aliadas às tarefas críticas, conseguindo então uma equilibrada gestão de recursos por todo o projecto (Tavares et al., 1996, p. 109).1

análise do caminho crítico

Na administração, mais especificamente na área degerenciamento de projetos, caminho crítico (doinglês CPM - Critical Path Method) é um termo criado para designar um conjunto de tarefas vinculadas a uma ou mais tarefas que não têm margem de atraso.Matematicamente, uma tarefa é crítica quando otempo mais cedo da tarefa é igual ao tempo mais tarde que a tarefa pode ter sem alterar a data final do projeto. O valor do tempo mais cedo (Time Earlier) e do tempo mais tarde (Time Later) pode ser calculado através do diagrama de Rede AON (Activity on nodes).O caminho crítico é a sequência de atividades que devem ser concluídas nas datas programadas para que o projeto possa ser concluído dentro do prazo final. Se o prazo final for excedido, é porque no mínimo uma das atividades do caminho crítico não foi concluída na data programada. É importante entender a sequência do caminho crítico para saber onde você tem e onde você não tem flexibilidade. Por exemplo, você poderá ter uma série de atividades que foram concluídas com atraso, no entanto, o projeto como um todo ainda será concluído dentro do prazo, porque estas atividades não se encontravam no caminho crítico. Por outro lado, se o seu projeto está atrasado, e você alocar recursos adicionais em atividades que não estão no caminho crítico não fará com que o projeto termine mais cedo.O Método do Caminho Critico (CPM - Critical Path Method) é um dos vários métodos de análise de planeamento de projectos. O CPM está directamente ligado no planejamento do tempo, com o objectivo de minimizar o tempo da duração total do projecto. As actividades ou tarefas críticas definem assim o caminho crítico, ou seja, revela a sequência de tarefas que condicionam a duração total do projecto. Com isto, fornece também informação útil para que com isso se possa elaborar um projecto atendendo aos recursos necessários em função das restrições aliadas às tarefas críticas, conseguindo então uma equilibrada gestão de recursos por todo o projecto (Tavares et al., 1996, p. 109).1

análise do caminho crítico

Na administração, mais especificamente na área degerenciamento de projetos, caminho crítico (doinglês CPM - Critical Path Method) é um termo criado para designar um conjunto de tarefas vinculadas a uma ou mais tarefas que não têm margem de atraso.Matematicamente, uma tarefa é crítica quando otempo mais cedo da tarefa é igual ao tempo mais tarde que a tarefa pode ter sem alterar a data final do projeto. O valor do tempo mais cedo (Time Earlier) e do tempo mais tarde (Time Later) pode ser calculado através do diagrama de Rede AON (Activity on nodes).O caminho crítico é a sequência de atividades que devem ser concluídas nas datas programadas para que o projeto possa ser concluído dentro do prazo final. Se o prazo final for excedido, é porque no mínimo uma das atividades do caminho crítico não foi concluída na data programada. É importante entender a sequência do caminho crítico para saber onde você tem e onde você não tem flexibilidade. Por exemplo, você poderá ter uma série de atividades que foram concluídas com atraso, no entanto, o projeto como um todo ainda será concluído dentro do prazo, porque estas atividades não se encontravam no caminho crítico. Por outro lado, se o seu projeto está atrasado, e você alocar recursos adicionais em atividades que não estão no caminho crítico não fará com que o projeto termine mais cedo.O Método do Caminho Critico (CPM - Critical Path Method) é um dos vários métodos de análise de planeamento de projectos. O CPM está directamente ligado no planejamento do tempo, com o objectivo de minimizar o tempo da duração total do projecto. As actividades ou tarefas críticas definem assim o caminho crítico, ou seja, revela a sequência de tarefas que condicionam a duração total do projecto. Com isto, fornece também informação útil para que com isso se possa elaborar um projecto atendendo aos recursos necessários em função das restrições aliadas às tarefas críticas, conseguindo então uma equilibrada gestão de recursos por todo o projecto (Tavares et al., 1996, p. 109).1

análise do caminho crítico

Na administração, mais especificamente na área degerenciamento de projetos, caminho crítico (doinglês CPM - Critical Path Method) é um termo criado para designar um conjunto de tarefas vinculadas a uma ou mais tarefas que não têm margem de atraso.Matematicamente, uma tarefa é crítica quando otempo mais cedo da tarefa é igual ao tempo mais tarde que a tarefa pode ter sem alterar a data final do projeto. O valor do tempo mais cedo (Time Earlier) e do tempo mais tarde (Time Later) pode ser calculado através do diagrama de Rede AON (Activity on nodes).O caminho crítico é a sequência de atividades que devem ser concluídas nas datas programadas para que o projeto possa ser concluído dentro do prazo final. Se o prazo final for excedido, é porque no mínimo uma das atividades do caminho crítico não foi concluída na data programada. É importante entender a sequência do caminho crítico para saber onde você tem e onde você não tem flexibilidade. Por exemplo, você poderá ter uma série de atividades que foram concluídas com atraso, no entanto, o projeto como um todo ainda será concluído dentro do prazo, porque estas atividades não se encontravam no caminho crítico. Por outro lado, se o seu projeto está atrasado, e você alocar recursos adicionais em atividades que não estão no caminho crítico não fará com que o projeto termine mais cedo.O Método do Caminho Critico (CPM - Critical Path Method) é um dos vários métodos de análise de planeamento de projectos. O CPM está directamente ligado no planejamento do tempo, com o objectivo de minimizar o tempo da duração total do projecto. As actividades ou tarefas críticas definem assim o caminho crítico, ou seja, revela a sequência de tarefas que condicionam a duração total do projecto. Com isto, fornece também informação útil para que com isso se possa elaborar um projecto atendendo aos recursos necessários em função das restrições aliadas às tarefas críticas, conseguindo então uma equilibrada gestão de recursos por todo o projecto (Tavares et al., 1996, p. 109).1